
Bem-vindo ao “Espaço do Leitor” da revista Ave Maria. Nele você, prezado leitor, poderá opinar, enviar sua mensagem ou esclarecer alguma dúvida sobre os artigos. Este espaço é todo seu.
Clique aqui para deixar sua mensagem
Mensagens enviadas pelos leitores e internautas
Por meio desta venho parabenizá-los pelos toques de carinho e boas mensagens anunciados nesta revista. Sou assinante desde 1950 e tenho aprendido muito com os conteúdos apresentados nas mensagens espirituais e sociais. Gostaria que falassem um pouco sobre Nossa Senhora da Esperança em seus próximos números e me informassem o nome de um padre japonês que me ajudou muito na busca da identificação da imagem desta referida Nossa Senhora da Esperança. Na época, ele fazia a cobrança das anuidades da revista Ave Maria. Isso aconteceu pelos idos de 1970/75. Sem mais para o momento, ficam meus agradecimentos e que a Virgem Maria, por meio de seu filho Jesus, os abençoe e que a nossa revista, sendo a primeira revista mariana a ser editada no Brasil, continue, como as letras do alfabeto grego, a ser o alfa e o ômega (Ap 1,8;21,6;22,13).
José Paulino Alexandre
Belo Horizonte - MG
Nossa Resposta
Prezado Sr. José Paulino. A reflexão sobre Nossa Senhora da Esperança foi publicada na revista Ave Maria de novembro de 2002. Como os títulos atribuídos a Nossa Senhora saem por ordem alfabética, nesta edição estamos na letra L: Nossa Senhora das Lezírias. Quanto ao padre japonês ao qual o senhor se refere, na verdade foi um irmão de origem japonesa, irmão Antônio Sato, já falecido, que muito atuou pela divulgação da revista Ave Maria. Agradecemos suas palavras de incentivo e o parabenizamos por nos acompanhar durante 58 anos, praticamente mais da metade da existência de nossa revista. Parabéns!
Estrela da Barra é município de Carneirinho, MG, no Triângulo Mineiro, cuja população é estimada em 1.600 habitantes. Lá, localiza-se a paróquia de Nossa Senhora da Conceição, inaugurada em 1992 por Dom Paulo Sérgio Machado, ex-bispo diocesano de Ituiutaba. Seu primeiro e atual pároco é o padre Luiz Ribeiro da Cunha (Pe. Cunha). Edificada às margens da Represa do Rio Grande, essa cidade goza de raríssimo privilégio bucólico, circundada por águas e florestas, animais e pássaros silvestres. É um lugar de gente pacífica e hospitaleira, resultado de nosso modesto trabalho de conscientização popular e de formação de opinião do cidadão e do cristão, alicerçado na formação cívico-religiosa do Pe. Cunha, em seu famoso SCM - Serviço de Comunicação da Matriz (Serviço de altofalantes instalados nas torres da matriz), com alcance aproximado de cinco quilômetros. Diz-se: “Quem não tem cão; caça com gato. Eu digo, porém, que, quem não tem cão não vá à caça, porque o gato é arisco e volta para casa!” (Pe. Luiz Ribeiro da Cunha). Em razão de sua simplicidade, própria do vilarejo estrela-barrense, desprovido dos recursos da tecnologia de comunicação, de segunda a sábado, das 18 às 18h36min, o Pe. Cunha, literalmente, “proclama de cima dos telhados” (Cf. Mt 10,27) através dos seus alto-falantes, no programa: “Oração de Maria e Saudação Angélica”. Há mais de sete anos no ar, e já estão catalogadas mais de 2.200 edições de formação litúrgica e teológica na forma de poemas, poesias, terço bíblico, música-mensagem, explicação do catecismo, notas sociais e de falecimentos, prestações de serviços públicos e sociais. Em parceria com órgãos públicos governamentais, veicula o Programa Saúde no Ar, com enfoque sobre os temas voltados à saúde pública preventiva em forma de entrevistas criadas pelo próprio Pe. Cunha e por Luciola Vidal, ex chefe do Programa de Saúde da Família (PSF) do município de Carneirinho. A cidade oferece ainda festas sociais, festas juninas escolares e de rua, rodeios de peões e eventos sociais na "Prainha" (Balneário Gilomé Machado de Queiróz), séria candidata ao ecoturismo sutentável. A cidade oferece ainda festas sociais, festas juninas escolares e de·rua, rodeios de peões e eventos sociais na “Prainha” (Balneário Gilomé Machado de Queiroz), séria candidata ao ecoturismo sustentável. PROCLAMAR DE CIMA DOS TELHADOS (Mt 10,27) esias, terço bíblico, música-mensagem, explicação do catecismo, notas sociais e de falecimentos, prestações de serviços públicos e sociais. Em parceria com órgãos públicos governamentais, veicula o Programa Saúde no Ar, com enfoque sobre os temas voltados à saúde pública preventiva em forma de entrevistas criadas pelo próprio Pe. Cunha e por Luciola Vidal, exchefe do Programa de Saúde da Família (PSF) do município de Carneirinho. A cidade oferece ainda festas sociais, festas juninas escolares e de·rua, rodeios de peões e eventos sociais na “Prainha” (Balneário Gilomé Machado de Queiroz), séria candidata ao ecoturismo sustentável.
Pe. Luiz Ribeiro da Cunha
Carneirinho - MG
Que a Luz do Ressuscitado esteja contigo! Primeiramente gostaria de parabenizar a Revista Ave Maria pelos bons artigos que tem publicado e pelo novo projeto gráfico. Sou Pe. Ocimar e assessor diocesano para a Liturgia na Diocese de Limeira. Fiz minha pós-graduação em Liturgia na cidade de São Paulo na Faculdade de Nossa Senhora da Assunção. Damos, todos os anos, um curso de Liturgia para leigos nas nossas cinco regiões episcopais. O último teve como tema: “Ato Penitencial: uma experiência mistagógica na celebração eucarística”. Também ministro aulas de Liturgia na Escola Diocesana para Leigos, na cidade de Limeira. O motivo do meu contato é poder ajudar, fazendo algumas observações sobre alguns artigos desta conceituada revista. A primeira observação trata-se do artigo de Valdeci Toledo que tem como título A Oração Cristã é Trinitária, quando diz na página 6: “No momento em que pedimos perdão por nossos pecados, nos envolvemos no amor trinitário e dizemos: ‘Senhor (Deus Pai), tende piedade de nós; Cristo, tende piedade de nós; Senhor (Espírito Santo), tende piedade de nós’”. Na realidade, a expressão “Senhor, tende piedade de nós” é uma aclamação dirigida a Cristo, Senhor por excelência, que venceu o pecado do mundo e por sua ressurreição adquiriu o nome de “Senhor” – “Kyrios”. Com esta aclamação, a comunidade acolhe a presença do ressuscitado. A assembleia reconhece que, apesar da sua fragilidade, o Senhor aí está para sanar e perdoar. A segunda observação é sobre o artigo do Pe. Maciel M. Claro intitulado Doxologia, quando afirma na página 40: “Mediante o Glória, a Igreja eleva seu louvor à Santíssima Trindade”. A Instrução Geral sobre o Missal Romano (IGMR), nº 257, diz que “o Glória é um hino antiquíssimo e venerável, pelo qual a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro”. E o Documento 43, da CNBB, 257 diz que o Glória não constitui uma aclamação trinitária. E ainda a mesma CNBB, no Documento 2, nº 2.2.4, diz que esta é uma “doxologia maior” em contraposição com a “doxologia menor”, que é o “Glória ao Pai”... Faço estas observações porque já tratamos desses assuntos com muitos leigos de nossa Diocese através dos Cursos de Liturgia e também nas aulas de Liturgia na escola de leigos. Como esta revista é lida por muitas pessoas, tenho medo de que elas fiquem confusas, pois nós dizemos uma coisa e a revista escreveu outra. Desculpe estas observações, mas foram feitas com a intenção de ajudar os leitores nos assuntos relacionados à Liturgia da Igreja, que é a “fonte e cume de toda a vida cristã” (cf.: Sacrossantum Concilium, 10).
Pe. Ocimar Francisco Francatto
Limeira - SP
Nossa Resposta
Prezado Pe. Ocimar Francisco Francatto, agradecemos pela observação feita na questão acima. Concordamos com o senhor que hoje na liturgia romana a maior parte dos autores interpretam essa invocação dirigida a Cristo. Não apenas hoje, mas lá na sua origem o “Kyrie eleison” foi dirigido a Cristo. Porém, sabemos que no fim do século VI se adicionou (talvez São Gregório Magno) o “Christe eleison”. Isso favoreceu a interpretação trinitária que encontramos no século IX. De qualquer forma, ainda nos é um tanto obscuro poder afirmar que cada Pessoa da Santíssima Trindade opere independentemente das outras. sendo assim, ao pedir ao Senhor “tende piedade de nós”, consideramos que estamos pedindo a Deus uno e trino que nos perdoe dos nossos pecados. Aqui se dá o sentido da afirmação inicial do artigo A oração cristã é trinitária. A segunda observação é pertinente, e a redação agradece sua intervenção oportuna.
Eu e minha família somos fiéis leitores dessa magnânima revista que, juntamente com outras católicas, muito tem evangelizado por meio de suas matérias altamente instrutivas. Somos também fiéis devotos da Virgem Maria, pois gostamos de ler tudo que se fala sobre ela, sobre seu exemplo de humildade, paciência, compreensão e muito amor. Sua vida é digna de ser olhada e meditada de maneira especial, quando devemos refletir profundamente a respeito de tudo que ela viveu. Dia 15 de julho, eu e minha esposa, Maria Rodrigues Silva, completaremos 38 anos de feliz união conjugal (nos casamos na igreja matriz de Campinas, GO) ao lado dos nossos filhos: Cristiano, Cláudio, Aníbal, Juliana e Aurélio. Atuamos aqui na paróquia de São Paulo Apóstolo, Setor Oeste, onde fazemos parte do Encontro de Casais e da Pastoral da Comunicação, além de prestarmos serviços em outros movimentos da Igreja.
Maria Rodrigues e Aníbal Silva
Goiânia - GO
Prezado padre Luís Erlin e todos da redação da revista Ave Maria. Desejo a todos a proteção de Deus e as bênçãos de Jesus e de Nossa Senhora. O calendário de 2009, que saiu na edição de dezembro, está lindo e muito útil. Agradeço por o terem publicado novamente. Que a paz de Jesus esteja com todos.
Egle Maran,
Poços de Caldas - MG
Gostaríamos que publicassem o falecimento da assinante Maria Toffoli, ocorrido no dia 12 de janeiro de 2009, aos 93 anos. A família Toffoli agradece a gentileza e roga ao querido Pai sucesso a todos da redação; que o Divino Espírito Santo os ilumine no trabalho magnífico de evangelização promovido pela revista.
Prof. Markão e família Toffoli,
Marília - SP
Cara equipe da revista Ave Maria: com grande satisfação sou assinante desta revista e presenteio anualmente meu irmão com outra assinatura.Gostaria de comentar a beleza dos artigos do Pe. Zezinho. Sou uma leitora encantada com a profundidade e ao mesmo tempo clareza de seus comentários ante situações e fatos atuais sob a ótica cristã e humana. Enquanto humanos, somos um tanto quanto míopes no que diz respeito ao reino dos céus. E é aí que entram pessoas maravilhosas como o Pe. Zezinho para colocar lentes corretivas em nossos olhos. Acompanho também seus escritos na revista Família Cristã, (que minha mãe assina) com o mesmo encantamento. Como no fim dos artigos não consta o endereço eletrônico dele, gostaria que vocês encaminhassem meus parabéns a ele, e que o Espírito Santo mantenha essa luz maravilhosa em sua vida. Obrigada pela atenção, com carinho,
Rita de Cássia Caldas e Lombardi,
São Paulo - SP
Sou assinante da Ave Maria há alguns anos. Recebi a revista de março/2009 e gostaria que me enviassem, via e-mail, os artigos “Meu nome é crise”, Frei Betto e “Céu demais”, Pe. Zezinho para reenviá-los a meus amigos. Terei o devido cuidado em divulgar a origem. Como os achei muito bons, gostaria de dividi-los com outras pessoas que não são assinantes. Desde já o meu muito obrigado.
Mário Leão,
Divinópolis - MG
Tenho lido emocionantes depoimentos de assinantes na revista e gostaria de lhes enviar também o meu. Meus pais se casaram em 1932 e, logo depois do casamento, segundo mamãe nos contava, papai lhe deu de presente uma assinatura da revista Ave Maria. Ela vem acompanhando nossa família há quase 80 anos. Papai, que era comerciante, juntava as revistas já lidas pela família e as colocava nos pacotes das compras de seus fregueses. Era uma forma de compartilhar com outras pessoas o prazer da leitura da revista. A família crescia e um de meus irmãos se tornou seminarista claretiano. Não veio a se ordenar padre, mas sua permanência durante muitos anos no seminário fez nascer na família a devoção a Santo Antônio Maria Claret. Na família temos dois “Clarets”: eu, Claret Delfina e meu irmão, Antônio Claret. Em 1961, papai faleceu. Foi um duro golpe... sofremos muito, mas com a graça de Deus superamos e a revista Ave Maria sempre nos acompanhou. Já que não tínhamos mais a oportunidade de colocá-las nos pacotes de compras, passamos a colecioná-las e a cada ano mandávamos fazer a encadernação. Conseguimos 20 volumes. E quando já não tínhamos mais espaço para guardá-los, nós os doamos à Biblioteca da Guarda Mirim Irmã Martha, aqui na cidade de Borda da Mata. E continuamos a assinar e a ler com entusiasmo cada exemplar que chegava. Era um dever e um prazer renovar anualmente a assinatura. Em 1986, mamãe faleceu subitamente. Na semana de sua morte ela havia me recomendado que jamais deixasse de assinar a revista que fora o primeiro presente que ela recebera de papai. Assim continuamos. Passei a assinatura para meu nome e continuo me instruindo por meio dela. Toda matéria é enriquecedora. Estou gostando muito da “Resiliência – a força desafiadora do espírito”. Eu e meu netinho nos divertimos muito com a Turma da Maíra da página infantil. Fiz um soneto sobre a história da minha família com a Ave Maria. REVISTA AVE-MARIA A Revista AVE MARIA faz parte da minha história. Entrou na nossa família, no seu primeiro momento. Foi o mais belo presente que ficou na nossa memória. Papai ofertou-o à mamãe logo depois do casamento! Viveram trinta anos, sob as bênçãos de MARIA. Tempo de intensa felicidade, naquela casa abençoada. Depois que papai foi pro céu, mamãe continuaria a fazer desta bela revista, o guia da nossa jornada! Antes de falecer, ela me disse: “Minha querida filha, Nunca deixe de assinar a Revista AVE MARIA. Leia-a com carinho, divulgue-a em toda a família”. Segui seu conselho à risca, fazendo como ela queria. Continuo sendo assinante desta importante revista, Que nos traz mensalmente a mensagem de MARIA!
Claret Delfina de Freitas Reis Rocha,
Borda da Mata - MG
Sou catequista na Paróquia Nossa Senhora da Piedade Maçaranduba - Salvador e gostei muito do texto Caminhos de Emaús (fevereiro de 2009), pois enriquece nossos trabalhos de reflexões. Se for possível, quando houver oportunidade, me mande alguma coisa interessante. Grato.
João Brito,
Salvador - BA